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Cuidados nutricionais no controle das dislipidemias
Por Francine Prass Hatem. Visualizada 13269 vezes.

A medicina convencional, finalmente se convenceu da importância da nutrição adequada na prevenção e no tratamento de inúmeras doenças.
Devemos não somente pensar no tipo de alimento que devemos ingerir como também onde ele foi plantado e como foi armazenado e se está contaminado com pesticidas. Atualmente é muito difícil se nutrir adequadamente.
A dietoterapia é feita por médicos nutrologistas, especialidade reconhecida pelo CFM e também pelas nutricionistas profissão regulamentada no Brasil.

Nas últimas décadas os indivíduos estão se alimentando com maiores quantidades de alimentos processados e contaminados e concomitantemente está aumentando a incidência de doenças degenerativas como: aterosclerose, infarto do miocárdio, derrame cerebral, diabetes e alguns tipos de câncer.

A dietoterapia implica não apenas uma mudança de hábitos alimentares, mas, para obter progresso, implica também mudanças no estilo de vida. A modificação dietética é um dos principais recursos no tratamento das dislipidemias, uma vez tendo sido feitos o diagnóstico e a classificação de qual tipo se trata. A melhora ocorre com alterações dietéticas apropriadas, quase sem exceção, seja a anormalidade parcial ou completamente genética.

Quanto às dislipidemias, a redução dos lipídeos dietéticos é a principal e mais eficaz medida não farmacológica para reduzir os lipídeos plasmáticos, além das mudanças de estilo de vida, prevenindo assim os fatores de risco.

Os estudos epidemiológicos e experimentais, assim como as pesquisas de intervenções alimentares, fornecem forte evidência de que a restrição de lipídeos totais, de gordura saturada e de colesterol na dieta pode ajudar na melhora de algumas dislipidemias da população em geral.
A American Heart Association recomenda para a prevenção e tratamento inicial das dislipidemias, uma dieta com ingestão menos de 30% do total de quilocalorias na forma de lipídeos totais, com menos 10% de gordura saturada, igual ou inferior a 10% de poliinsaturada, e 10 a 15% de gordura monoinsaturada.
A recomendação para a ingestão de colesterol é de menos de 300mg/dia.

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